segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Eu sou porque nós somos!



Às vezes tem certas coisas que nos tiram do serio, esses dias isso aconteceu comigo. Estava zapeando a TV quando me deparei com o inicio de um documentário, um homem africano contava a respeito de um antigo ditado Africano que diz, Eu sou porque nós somos. Eu só existo porque você existe. Não que eu concorde literalmente com isso, mas é uma forma de mostrar a consciência como grupo daquele povo, aglomerado de nações que se mantêm na base da esperança e da força coletiva. O documentário, denominado Eu sou porque nos somos (sinopse), conta de vários aspectos a historia de pessoas de um país chamado Malaui. Como muitos dos países africanos assolado pela AIDS, tifo, malaria e outras tantas doenças. Um país extremamente pobre, e com tantas dificuldades que é difícil enumerá-las. O documentário atenta para varias pequenas historias de pessoas que vivem lá, dando ênfase ao lado humano e ao mesmo tempo denunciando problemas e tentando buscar alguma solução. Um dos grandes problemas enfrentados é a enorme população de órfãos, devido ao alto índice de AIDS os país morrem e deixam seus filhos (muitas vezes também com a doença). O numero de órfãos já chega a um milhão, num país de onze milhões de pessoas. Crianças que são criadas em grandes orfanatos, sem nenhuma estrutura, sem escola e muitas vezes com pouca comida, e quase nenhum remédio.

Como eu disse é realmente de nós tirar do serio, muitas vezes eu me questionei, Deus porque tanto sofrimento? Porque essas pessoas tem de passar por isso? Muitas vezes a minha fé é abalada com coisas desse tipo. Sei que Deus é soberano e que não me cabe entender essas perguntas. Ou seria Deus injusto? Para a nossa cabeça humana talvez. Porem acho que quando assistimos um documentario com esse realmente não há como não mudar. Ele serve para nos sacudir mesmo, nos tirarmos dessa posição confortável, e nos mostrar um realidade diferente. Um lugar aonde se vive como há um século atrás, sem energia, sem saneamento básico, e sem nenhum conforto. Mas mesmo assim não lhes falta amor, fé e um sorriso no rosto de quem sabe que apesar de tudo sempre há motivos para sorrir.




sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Há coisas que melhor se dizem calando.



Penso que o silêncio é a melhor forma de se expressar o inespressável. Realmente soa contraditorio, mas vejo que o silêncio não tem fisionomia, também é subjetivo em sua definição:
silêncio subst m silêncio [si'lẽsju]
1 ausência de som ou ruído
silêncio absoluto
2 acto de não falar
ficar em silêncio
Silêncio!
em silêncio sem falar, sem fazer ruído caminhar em silêncio

Buscando o silêncio podemos entender melhor o mundo.
É necessário o silêncio, como um exercícios em nossas vidas, para não nos ensoberbecer.
Se o que você pretende dizer não é mais belo que o silêncio, para que falar?

Sendo assim o que pretendo é realmente fazer com que possamos usar a nossas palavras, mais muito mais valorizar o silêncio. Apreciar ele e entender que ali está a mais pura coisa.

domingo, 17 de janeiro de 2010

Começo do Ano!


Volto aqui hoje para publicar as meus leitores(como se tivesse algum, espero ter algum dia) meu primeiro post do ano de 2010. Tempo, tempo, vasto tempo. Não temos controle algum sobre ele. Talvez tentamos nos enganar achando enganar o tempo. Ele está ai sempre a nos instigar, e como medimos o tempo em pequenas frações, mas uma se passou. Chegamos ao ano de 2010 depois da vinda salvadora do Senhor Jesus. Era da tecnologia e da frieza. Melhoramos e pioramos, sempre há pros e contras. Não quero entrar nesse merito. O que venho propor aqui é justamente uma reflexão a respeito da vida que levamos, fazendo o que com o nosso tempo?