A janela era uma porta aberta a solidão, mesmo que sem estar sozinha. Ela buscava encontrar um caminho que a levasse a um lugar novo, embora conhecido. Um lugar onde pudesse viver, viver de novo aquela sensação que nunca tinha experimentado. Buscava, olhando da janela, algo que a fizesse flutuar, que tirasse seus pés do chão. Então era só fechar os olhos e sentir a liberdade. Voar, era isso. Ela queria mesmo era voar. Voar dali, voar daquela vida.
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quinta-feira, 15 de março de 2012
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