A janela era uma porta aberta a solidão, mesmo que sem estar sozinha. Ela buscava encontrar um caminho que a levasse a um lugar novo, embora conhecido. Um lugar onde pudesse viver, viver de novo aquela sensação que nunca tinha experimentado. Buscava, olhando da janela, algo que a fizesse flutuar, que tirasse seus pés do chão. Então era só fechar os olhos e sentir a liberdade. Voar, era isso. Ela queria mesmo era voar. Voar dali, voar daquela vida.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
"viver de novo aquela sensação que nunca tinha experimentado"
ResponderExcluiré bem verdade quando dizem que alguns poetas precisam de atestado de óbvio...
"viver de novo aquela sensação que nunca tinha experimentado"
ResponderExcluiré bem verdade quando dizem que alguns poetas precisam de atestado de óbvio...