Ela
faz o que quer
está se tornando mulher
rindo, chorando.
Brincando de ser...sem saber..
Sem saber que a voz doce que fala
é mais doce quando cala
e me prende o olhar.
terça-feira, 27 de março de 2012
quinta-feira, 15 de março de 2012
Carolina em sua janela
A janela era uma porta aberta a solidão, mesmo que sem estar sozinha. Ela buscava encontrar um caminho que a levasse a um lugar novo, embora conhecido. Um lugar onde pudesse viver, viver de novo aquela sensação que nunca tinha experimentado. Buscava, olhando da janela, algo que a fizesse flutuar, que tirasse seus pés do chão. Então era só fechar os olhos e sentir a liberdade. Voar, era isso. Ela queria mesmo era voar. Voar dali, voar daquela vida.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
terça-feira, 16 de agosto de 2011
domingo, 8 de maio de 2011
Das coisas
Você começa a construir uma linguagem, apesar dessa linguagem nada comunicar. Ela pode ser escrita à maquina, pode ser à mão. Pode ser digitada ou mesmo desenhada, porem o registro é importante, pois como já diziam (quem?) o pensamento é esse registro, e o que é a linguagem que não um pensamento.
domingo, 10 de abril de 2011
Uma bossa, nova por favor.
Ela chegou
com jeitinho de quem nada quer,
E agora?
Como faz?
Já não sei mais, viver sem essa mulher...
Até o mar é mais azul e o céu fica todinho blue.
Quando estou com ela tudo fica mais lindo e a vida me vem assim,
é a vida que me vem assim,
sorrindo...sorrindo...
com jeitinho de quem nada quer,
E agora?
Como faz?
Já não sei mais, viver sem essa mulher...
Até o mar é mais azul e o céu fica todinho blue.
Quando estou com ela tudo fica mais lindo e a vida me vem assim,
é a vida que me vem assim,
sorrindo...sorrindo...
sexta-feira, 18 de março de 2011
Ohio Impromptu - Samuel Beckett.
p.s.: um artigo que achei sobre uma relação entre essa obra, Zygmunt Bauman e Leonardo DaVinci
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